Lina Cruvinel

Goiânia, 1996

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Lina Cruvinel

Vive e trabalha em São Paulo. É bacharel em artes visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e mestranda em artes na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). Seduzida por observar cores, formas e a passagem do tempo, dedica-se à pintura. Pesquisa as possibilidades da encáustica, a fim de batalhar com as potências do invisível, para entender o que consome do mundo e como é afetada pela vida. Acredita que contar histórias é um modo poderoso de difundir conhecimento e gerar cultura.

A artista desenvolve uma reflexão sobre o fazer pictórico, afora o lugar comum da afirmação de que a pintura é formada pela junção de forma, cor, materialidade e imagem, questiona como o efeito plástico dessa linguagem nos atravessa, espectadores e onde habitam as “ideias” em “estado bruto” que alimentam o artista, e como é ressignificada o processo de instauração de uma pintura. A escolha da encáustica como principal meio de produção para desenvolver essa pesquisa se deu pela afinidade estabelecida com a plasticidade dessa tinta e suas infinitas possibilidades. Por ser feita de cera de abelha, é perceptível a força da sua materialidade. A encáustica permite que sua forma seja moldada, tanto pela retirada de matéria, quanto pelo acúmulo, resultando num efeito tridimensional, o que potencializa o sentido da imagem.

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